... sempre!!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
em casa
- ajuda-me a fazer a cama... - eu???
- sim... sujaste tudo da outra vez...
- liga a maquina!
- mau...
- liga!!!
- sim...
- deixa-te estar assim...
sinto as tuas mãos nas ancas... as calças a descer...
encostas-te mais a mim
sinto-te...
tremo ao sentir a tua tesão.
a tua mão retira a minha ultima peça de roupa
passa pelo cu e retira a minha humidade para o mesmo...
gemo ao sentir-te entrar...
o ritmo da maquina dita os movimentos...
- adoro-te... fode-me... murmuro
a tua mão acaricia o meu peito e... as costas...
- estamos a foder??? inquires
rimos...
o que importa???
queremo-nos... gostamo-nos... sentimo-nos...
palavras e letras não nos traduzem...
há já algum tempo!!!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
libido
levo-te para o quarto e sento-te na cama...cruzas as pernas, devagar...
tiro-te os sapatos... cheiro os teus pés... passo a boca por eles...
- huummm... "não"... dizes "não" convencida!
enquanto viajo deliciosamente com a minha língua pelas tuas pernas... abre-las....
deixando transparecer alguma ansiedade olho-te...
arrepias-te (de desejo?) ao aperceberes-te para onde estou a olhar.
chupo cada virilha, prolongando o beijo...
arrepias-te (de desejo?) ao aperceberes-te para onde estou a olhar.
chupo cada virilha, prolongando o beijo...
fechas-te num acto misto de «mais?»... «tens a certeza?»...
fujo e começo a passar as minhas mãos pelas tuas pernas...
- aiii! torturas-me... bebe-me!!!... quero a tua boca... agora!
lambo-te as coxas... mordo-as... beijo-as... e aí... inclinas-te para trás.
as minhas mãos não resistem e começam a acariciar-te as ancas, subindo e subindo... vejo os teus mamilos, a endurecerem... como que a querem furar a tua blusa justa...
- aiii! (não)... para!!!...
devagar... começo a desnudar-te com a minha boca abres-te mais ainda...
fujo e começo a passar as minhas mãos pelas tuas pernas...
- aiii! torturas-me... bebe-me!!!... quero a tua boca... agora!
lambo-te as coxas... mordo-as... beijo-as... e aí... inclinas-te para trás.
as minhas mãos não resistem e começam a acariciar-te as ancas, subindo e subindo... vejo os teus mamilos, a endurecerem... como que a querem furar a tua blusa justa...
- aiii! (não)... para!!!...
devagar... começo a desnudar-te com a minha boca abres-te mais ainda...
- estás a matar-me de tesão, tens essa noção... não tens???
finjo ficar indiferente... isso atiça-te ainda mais, não aguentas e arrancas a blusa à força.
puxas-me para cima de ti, agarras a minha cabeça...
finjo ficar indiferente... isso atiça-te ainda mais, não aguentas e arrancas a blusa à força.
puxas-me para cima de ti, agarras a minha cabeça...
após leres os meus olhos...
fazes com que mergulhe no teu peito.... como que a querer que eu coma as tuas mamas, as duas ao mesmo tempo.
faço-te a vontade... chupo, mordo... lambo... trinco... sugo-te... primeiro uma, depois a outra...
- pára!!! estás a deixar-me louca!!!
enquanto sentes a minha língua, os lábios e os dentes nos teus mamilos duros...
enfio um dedo bem fundo em ti... e... soltas um gemido, como que de surpresa.
devagar... devagar... bem devagar... vou saboreando cada pedacinho de ti.
segredo-te:
- pede, pede-me!
- fode-me... fode-me agora!!! respondes...
fechas os olhos, lanças um suspiro e repetes o teu pedido em murmúrio:
- faz de mim tudo que quiseres, mas fode-me... fode-me já!
olho-te... enquanto começas a soluçar de prazer...
- isso... assim... assimmm... aiii!
rasgas-me as costas com as tuas unhas.
- não pares!!! replicas...
agarras-me nos cabelos e quase sem voz dizes-me...
faço-te a vontade... chupo, mordo... lambo... trinco... sugo-te... primeiro uma, depois a outra...
- pára!!! estás a deixar-me louca!!!
enquanto sentes a minha língua, os lábios e os dentes nos teus mamilos duros...
enfio um dedo bem fundo em ti... e... soltas um gemido, como que de surpresa.
devagar... devagar... bem devagar... vou saboreando cada pedacinho de ti.
segredo-te:
- pede, pede-me!
- fode-me... fode-me agora!!! respondes...
fechas os olhos, lanças um suspiro e repetes o teu pedido em murmúrio:
- faz de mim tudo que quiseres, mas fode-me... fode-me já!
olho-te... enquanto começas a soluçar de prazer...
- isso... assim... assimmm... aiii!
rasgas-me as costas com as tuas unhas.
- não pares!!! replicas...
agarras-me nos cabelos e quase sem voz dizes-me...
- vou vir-me, toda, em ti!!!
fodo-te ainda com mais força... e beijo-te, beijo-te, beijo-te...
gritas... gemes... enquanto me inundas com o teu prazer.
páro e venho-me para me sentires tocar-te mais uma vez bem fundo.
olho para ti com um sorriso de satisfação...
encosto-me a ti.
- adoro-te...
- também eu te adoro... muito!
sorrimos um no outro!
fodo-te ainda com mais força... e beijo-te, beijo-te, beijo-te...
gritas... gemes... enquanto me inundas com o teu prazer.
páro e venho-me para me sentires tocar-te mais uma vez bem fundo.
olho para ti com um sorriso de satisfação...
encosto-me a ti.
- adoro-te...
- também eu te adoro... muito!
sorrimos um no outro!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segredos
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
cumplicidade
quisera eu trincar-te os sonhos. quisera eu, que o mundo não tivesse pontos de interrogação, que o mundo não tivesse portas e que fosse como uma bola-de-sabão.
pudesse eu pôr os meus pés em cima dos teus, sentir os teus pés por debaixo dos meus, desequilibrar-me, tropeçar, cair, pudesse escorregar pelas tuas pernas e beijar os teus pés com os meus...
existem dias, em que por muito que nada tenha, parece-me que tenho tudo.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
espaço reservado
como é bom sentir-te a pele fresca e macia ao desenhar com a minha mão o teu corpo.no fundo de mim, no fundo de nós... descubro um sossego manso e terno.
mesmo quando não te vejo, quando não oiço a tua voz, mesmo quando não sinto o teu cheiro, deslumbro-me, com o rasto sinuoso dos teus passos invisíveis que sinto dentro de mim.
não sei se fale dessa janela rasgada em que partilho o silêncio que me leva ao lugar onde me aconchego.
fecho os olhos, acendo estrelas cadentes e desbravo corredores no escuro.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
«o beijo»
congresso de gaivotas neste céucomo uma tampa azul cobrindo o Tejo.
querela de aves, pios, escarcéu.
ainda palpitante voa um beijo.
donde teria vindo! (Não é meu...)
de algum quarto perdido no desejo?
de algum jovem amor que recebeu
mandado de captura ou de despejo?
é uma ave estranha: colorida,
vai batendo como a própria vida,
um coração vermelho pelo ar.
e é a força sem fim de duas bocas,
de duas bocas que se juntam, loucas!
de inveja as gaivotas a gritar...
Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'
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